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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Sociedade moderna.

Numa conversa com um amigo constatamos que as crianças é o elo mais fraco num relacionamento isso quando há relacionamento estável ou não entre um casal. Até aí nenhuma novidade.
O assunto girou em torno de crianças especiais, as adotadas. Se já não bastasse terem sido desprezadas ao nascerem, lutam freneticamente param não serem esquecidas em orfanatos e terem um futuro completamente sem oportunidades para o trabalho e sem chances para a vida. Sem um lar, sem o espelho de uma família, sem os ensinamentos com o pulso firme de um pai e os ensinamentos com singeleza de uma mãe.

Mulheres que receberam a naturalidade de engravidar, parir e ser mãe e outras que a natureza não lhes foi tão generosa e impediu o milagre da concepção. Mulheres todas são mães são diferentes amam a sua geração e cuida com carinho de um ser fruto da continuação de sua raça.

Na sociedade organizada e com o ímpeto de fraternidade legalmente tomar para si a responsabilidade da adoção é mais que um querer um fruto abandonado é reescrever o destino transmitindo o amor negado anteriormente.

Mas um fenômeno dos tempos modernos persegue as crianças indiferente de sua condição, a separação dos pais. Se forem ricos são filhos de pais separados se forem pobres são filhos de famílias desestruturadas, mas tudo isso são apenas convenções.
Outro ponto importante é quando além de a criança já ter sido rejeitada ou separada de seus pais biológicos e felizmente encontrarem uma família que os adotem com amor e compreensão, infelizmente numa época qualquer essa mesma família venha a romper laços com uma separação inesperada. Não adianta por mais avaliações que o casal candidato a adotar uma criança passe, os anos depois falam por si com êxito ou fracasso. Vivemos em tempos modernos com problemas modernos e sem solução aparente, só um horizonte de probabilidades.

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