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terça-feira, março 13, 2007

Na bomba.

Como eu gostaria de ter escrito e postado nesse dias anteriores, mas problemas andam me assombrando, a mim e ao pc.
A atualidade se torna um assunto cada vez mais interessante, a China derrubando os mercados de investimentos internacionais, o Bush fazendo um tour pela América, o Hugo Chavez (Chapolim Colorado) pra variar falando asneiras na modalidade fora de seu país e Lula o mais feliz dos homens que já achou o ponto G da digníssima dona primeira dama e agora está a caminho do ponto G dos EUA, eu hein!

Quando esse homem vai parar de falar baboseiras e sandices em meu nome? Porque se elegeram esse presidente ele fala até por quem não o elegeu.

Pensando bem o governo militar deixou ao menos um legado que preste. Não sei qual dos generais teve uma das raras idéias construtivas para o benefício do País. Eles atiraram no que não viram e acertaram no que não viram quase literalmente, se fosse mais recentemente algum político cara de pau já estaria reivindicando a paternidade pa si e maternidade para seu partido, os dois promíscuos.
O Proálcool foi uma sacada de gênio. Antes era conhecido como álcool anidro agora com a nova onda do ecologicamente correto é chamar de biocombustível. Melhor do que isso é determos a tecnologia de ponta que o mundo inteiro está de olho e estamos prontos a compartilhá-la.

Uma vez visitei um blog em que a dona dizia no perfil odiar americanos, o presidente, Mc Donalds, Huguinho, Zezinho, Luizinho, Maga Patalógika e etc. em fotos e gifs animados a expressão de toda a sua xenofobia. Dei um desconto por ser a blogueira uma adolescente.
Não quero entrar no mérito da comitiva de Bush parar São Paulo (também quem mandou na cidade não ter um helicóptero blindado) quero refletir nas manifestações de repúdio. Um manifestante disse que somos um povo pacífico e que não queremos em solo brasileiro um homem de guerra.
Nas favelas saem das armas de bandidos buquês de flores? As torcidas organizadas quando se atracam é porque houve um surto alergia coletiva? Quando o terreno do outro é invadido sua casa é pilhada é porque no cafezinho servido foi esquecido o paozinho? Poderia ficar tecendo uma colcha de mazelas sociais que assolam o país, mas essas já bastam.
Poderia apostar que manifestantes que invadiram e quebraram uma lanchonete Mc Donalds em são Paulo, brevemente estarão de volta da próxima vez pra saborear um lanchinho.
Todo presidente americano que vem aqui é hostilizado, aqui ou em qualquer outro lugar do mundo, agora todos os presidentes que visitam os EUA recebem tratamento igual? Recebem sim, mas não de americanos e sim de refugiados e imigrantes de países da América Latina, cidadãos do mundo afora naturalizados americanos todos inconformados com as atitudes que os respectivos presidentes tem em seu país origem para com o povo por eles governados.

Agora Chavez com a força do petróleo venezuelano vem dizer que o Brasil deve usar o solo para plantar alimentos e não a cana de açúcar. Esse baderneiro travestido de presidente, falastrão tem de se preocupar com o povo venezuelano sofrido e carente que não vê um centavo de petrodolar para aplacar a miséria que por lá atinge a maioria da população.

É um assunto muito controverso ninguém tem razão nem o peso do poder nem a leveza da submissão.

quinta-feira, março 01, 2007

Da janela para o mundo.

De cotovelos na janela aquela senhora observa o movimento na rua, a mesma coisa faz aquele senhor enrolando um cigarro de palha. Situação comum no interior de algumas cidades durante algumas décadas do século passado.
Saber da vida alheia já era uma realidade muito antes de se criar o mundo virtual, esse fascínio por saber da intimidade da vida dos outros é exercido a pleno vapor pela curiosidade humana.
Deve existir muitos trabalhos tentando ou até mesmo conclusivos em explicar porque as pessoas se preocupam em observar umas as outras.

Como animal (nem sempre) racional que é o ser humano só enjaula os indivíduos marginais da sociedade, mas não é interessante filmá-los e observar seu comportamento, nem usá-los como cobaias em experiências a lá Menghele. Os direitos humanos só humanizam a face da pior escória banditista.
Antes era assistir alheia e aleatoriamente o comportamento das pessoas agora esse hábito antigo e interiorano adquiriu um novo modelo. É essencialmente necessário observar as pessoas para proteção do patrimônio público e particular através de câmeras de vigilância, ruas, condomínios, lojas, bancos, clubes tudo pode ser alvo de um olhar eletrônico.
O que era realidade no interior virou ficção nos livros, cinema e voltou a ser real no mundo moderno e metropolitano, nas ruas, ambientes de concentração pública, do alto satélites quando acionados esmiúçam com precisão uma área com algumas quadras, localizando qualquer ponto.
Agora esse filão já é explorado com muito sucesso pela tv nacional e internacional, tudo escancarou de vez “pode expiar à vontade”, como entretenimento não tem originalidade nenhuma, observar o que antes só era visto reservadamente tem um apelo chamativo e de recompensa igual a de um cubo de açúcar pra cavalo ou um biscoitinho canino, nunca provei mas os bichinhos adoram. Assim como o bichinho humano.